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A Decadência Americana sob uma Ótica Bíblica Versão corrigida e atualizada em 26 de Março de 2005
Até fins do século XX, o povo americano era um dos povos mais cristãos do mundo. As práticas cristãs estavam presentes na maneira de fazer negócios, de se relacionarem socialmente, de educarem seus filhos, de constituírem suas famílias, suas autoridades, etc... Eu, particularmente, não conheço nenhum outro povo que tenha usado os princípios bíblicos de forma tão prática e social quanto o povo americano. A rígida obediência a Deus lhes garantiu crescimento constante e o título de nação mais poderosa do planeta. Infelizmente, a maioria dos brasileiros não conhece esse detalhe da cultura norte-americana. O brasileiro não sabe que o povo americano é crente (cristão protestante de várias denominações). A TV e algumas autoridades católicas sempre tentaram esconder esse “pequeno detalhe” do povo brasileiro. Até pouco tempo os pagãos e os marxistas (comunistas) falavam barbaridades sobre o povo americano porque tinham medo do Brasil se tornar um país protestante também.
Retornando ao momento atual, é verdade que os Estados Unidos já não são mais os mesmos de antigamente. Nos últimos anos perderam o status de país mais respeitado do mundo. Parece que os americanos não estão percebendo o desvio de comportamento que vêm praticando nas duas últimas décadas. De mau-exemplo em mau-exemplo, os americanos vêm perdendo a maioria das bênçãos alcançadas nos últimos séculos.
Se analisarmos minuciosamente a metodologia utilizada por Deus, para disciplinar um povo (descrita no Velho Testamento), concluiremos que: se os americanos não consertarem tal desvio, serão castigados, envergonhados e humilhados até que enxerguem seus erros atuais e reassumam a conduta cristã que até meados do século XX os havia colocado no topo do Mundo.
Hoje, o maior problema dos Estados Unidos não está nas mãos de nenhum grupo terrorista. Na verdade, o problema americano é exclusivamente doméstico. Os recentes vexames (caso Clinton, eleições de 2000, torres gêmeas, explosão do ônibus espacial, Iraque etc.) são conseqüências indiretas da libertinagem, do feminismo, do homossexualismo e da tolerância ao paganismo dentro das suas fronteiras. Os americanos precisam relembrar os ensinamentos bíblicos para perceber seus erros atuais e suas possíveis soluções.
Os americanos precisam se lembrar, também, de que povos tementes a Deus, como os muçulmanos, por exemplo, não vão aceitar a implantação de um regime político e social que considera em total igualdade, homens, mulheres, gays, lésbicas etc... Segundo a Bíblia Sagrada tal igualdade jamais foi ensinada e nem mesmo tolerada. Até mesmo a irmã de Moisés, Miriã, quando se envaideceu e reivindicou igualdade, Deus a castigou severamente (Nm. 12.10).
Outra questão que os americanos precisam reavaliar também é de que lado devem ficar na questão do Oriente Médio. Nos últimos 2000 anos, o povo judeu nada fez para combater o paganismo no mundo. Os muçulmanos, no entanto, combatem o politeísmo pagão em várias partes do mundo, especialmente na África. É verdade que eles ensinam leis do Deus de Abraão (Deus Criador), mas no modelo primário, isto é, leis associadas ao Velho Testamento e não ao Novo. Mas, não medem esforços para combater a imoralidade e o satanismo em várias partes do mundo. Já o povo judeu era realmente o escolhido para educar as nações, mas fracassou e, para completar, não reconheceu a Jesus como o enviado do Céu. Hoje, os muçulmanos são bastante úteis à humanidade em várias situações. Por isso, os povos cristãos precisam usar de muita sabedoria na hora de interpretar a questão do Oriente médio. Se o Império Romano não tivesse engessado o Cristianismo, com idolatrias pagãs por praticamente 1000 anos (período Medieval), certamente que Deus não teria tido necessidade de levantar outro povo, também da descendência de Abraão, para combater o paganismo no planeta até que o Cristianismo se libertasse do engessamento romano. Essa questão, no entanto, é muito complexa e delicada. Por isso, precisa ser analisada com respeito e cautela. De qualquer forma, não podemos esquecer que Deus é soberano sobre tudo e sobre todos. A meu ver, judeus e muçulmanos são irmãos. Nesse caso os estados Unidos deveriam trabalhar no sentido de aproximá-los e não de dividi-los.
Uma outra questão que devemos levar em conta também é que depois que o povo americano adotou o uso de mulheres, em postos de comando, em frentes de batalha e em outras atividades tradicionalmente masculinas, o fracasso e o vexame nacional tornaram-se uma constante. Acredito que o Deus Criador não está muito satisfeito com algumas modernidades que Ele nunca autorizou. Nós, aqui no Brasil, devemos tomar estes fatos como exemplo para não insistirmos nos mesmos erros também.
Valvim M Dutra Autor do Livro Renasce Brasil.
  
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